quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Diálogos sobre Desenvolvimento Social

Detalhes

Este encontro tem o intuito de dialogar sobre três temas relacionados ao desenvolvimento social:

CSA - COMUNIDADE QUE SUSTENTA A AGRICULTURA: um modelo de produção agrícola apoiada pela comunidade. Surgido no Japão, e desenvolvido na Alemanha e EUA, esta tecnologia social é hoje uma modalidade que fortalece a produção de alimentos saudáveis, promovendo interação, confiança e amizade entre pessoas de meios urgbanos e rurais.

IDDS - O Encontro Internacional para o Desenvolvimento Social (IDDS) é uma intensa experiência em design "mão na massa" que reúne pessoas de diferentes esferas da vida para co-criar tecnologias de baixo custo que melhoram as condições de vida das pessoas que vivem em situação de pobreza. (idin.org)

ALIANÇA PELA INFÂNCIA: A Aliança pela Infância é um movimento mundial – Alliance for Childhood – uma rede que atua facilitando a reflexão e a ação das pessoas que se preocupam com o cuidado e com a educação das crianças. Nasceu em 1997 na Inglaterra a partir da preocupação de um grupo de pessoas com a situação da infância no mundo contemporâneo: a falta de espaços para brincar, o consumismo desenfreado, a pressão escolar precoce, entre outros desafios. (semanamundialdobrincar.wordpress.com)


Programação
18h00 -Recepção
18h15- IDDS Belém
Com Rafael Camargo
18h45 -Aliança pela Infância - Curitiba

19h15 -CSA Curitiba
Com André Garcia
19h45 -Café
20h15 -Rodas de conversa
21h00 - Encerramento

Data
Terça, 23 de Agosto de 2016

Local
Casa da Transição
R. Dom Alberto Gonçalves, 556
Mercês, Curitiba, PR.

Inscrições
curitibacsa@gmail.com

>>> Se puder traga salgado ou fruta para um lanche coletivo! A Casa da Transição oferecerá chá e café.

Realização
Casa da Transição
CSA Curitiba
Aliança pela Infância Curitiba


Cartaz para impressão (PDF):
https://drive.google.com/file/d/0B8aw_dUKWZMFbFk0cDk2R3diaWs/view?usp=sharing



Saiba um pouco mais sobre o IDDS:

Saiba um pouco mais sobre a Aliança pela Infância

domingo, 7 de agosto de 2016

2º Encontro de Agricultura Biodinâmica

Olá, como vai?

Temos agendado, na região de Curitiba, o 2ª Encontro de Agricultura Biodinâmica, a ser realizado no CPRA (manhã) e no Sítio Terra Graciosa (tarde).

Neste evento gratuito, temos a intenção de fortalecer as práticas e estudos deste modelo agrícola.

Na parte da manhã está previsto um café da manhã. Por favor, queira confirma em quais etapas irá participar.





DATA

Segunda, 15 de Agosto de 2016

PROGRAMAÇÃO

Período da Manhã - Local: CPRA 

09h00 - 09h15: Acolhida e dinâmica de grupo 
09h15 - 11h00: Estudo de Agricultura Biodinâmica: leitura de texto sobre "Fenomenologia" e debates
11h00 - 12h00: Assuntos Gerais


Período da Tarde - Local: Sítio Terra Graciosa

12h00 - 14h00: Almoço*
14h00 - 15h30: Exercício prático de campo
15h30 - 16h00: Conclusões e Encerramento

*O almoço será oferecido pela Ana, cujo valor deve ficar entre R$ 15 a R$ 25 por pessoa

INSCRIÇÕES

Até o dia 12 de agosto
simonerichter@cpra.pr.gov.br

Por favor, queira confirmarqual(is) período(s) irá participar


LOCAIS

CPRA - Centro Paranaense de Referência em Agroecologia
Estrada da Graciosa, 6960
Parque das Nascentes - Pinhais - PR
Fone: (41) 3544-8100

Sítio Terra Graciosa
Estrada Dom Pedro II, 7125 - Campininha - Quatro Barras - PR (300m após a ponte do arco).
Contato: Ana Teresa
(41) 9819-5424

quarta-feira, 22 de junho de 2016

CSA Curitiba comemora seu primeiro ano!!!


Olá! Convidamos a todas as famílias das CSA's em Curitiba, e amigos, para comemoração de 1 ano, com festa, música, quentão e animação!

Pedimos, por favor, pras famía levá um pratinho de gostosura e bebida sem árcool, pra compartilhar cô povo todo!!!

Será no Sítio Terra Viva, em Campo Largo.

Mais informações pelo telefone (41) 84142600 (whatsapp)


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Comunidade que Sustenta a Agricultura é caminho alternativo para a sustentabilidade

A crescente preocupação com a questão ambiental e a agroecologia traz destaque a iniciativas como a Comunidade que Sustenta a Agricultura em Curitiba


Cerca de 48 variedades de legumes, verduras e frutas são ofertadas ao longo do ano. (Foto: Bárbara Tanaka)

Reportagem: Bárbara Tanaka | Edição: Monique Portela
De acordo com o último Censo Agropecuário, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2006, 84,4% dos estabelecimentos agropecuários do país são da agricultura familiar — o que, em termos numéricos, representa 4,36 milhões de estabelecimentos.
Apesar da importância da agricultura familiar para o país, assegurada por lei na Constituição Federal, as políticas públicas adotadas ainda privilegiam os latifundiários: segundo dados do Ministério da Agricultura (2016), estima-se que neste ano, R$ 187,7 bilhões foram destinados à agricultura empresarial, enquanto apenas R$ 28,9 bilhões foram para os agricultores familiares.
Uma estrutura como essa abre margem para iniciativas civis em torno da agricultura familiar e de questões envolvendo a sustentabilidade e a agroecologia — como por exemplo, a Comunidade que Sustenta a Agricultura (CSA).

O que é a CSA
A ideia de comunidade que sustenta a agricultura surgiu no Japão, na década de 1960, a partir da filosofia de que o produto tem que ter a cara do produtor. Nos anos 1980, os Estados Unidos fizeram adaptações nesse modelo de agricultura, que logo foi se espalhando em diversos países com a iniciativa CSA.
O agricultor deixa de vender seus produtos através de intermediários, como mercados, e passa a contar com a organização e o financiamento coletivo de sua produção por meio da participação de membros consumidores. O grupo de pessoas paga uma mensalidade fixa aos agricultores, que recebem para fazer a manutenção de suas fazendas e fornecer uma cota de produtos orgânicos sazonais semanalmente para os associados.
Todos os custos de marketing são eliminados e a mensalidade é discutida anualmente em assembleia com todos os membros, levando em conta as necessidades do agricultor, sem a interferência dos valores do mercado convencional. Isso faz com que os produtos tenham preço reduzido, além de alterar a lógica mercantil e trazer uma relação mais intimista entre produtor e consumidor.
“O foco é no agricultor. Nós buscamos criar um vínculo entre as famílias e os agricultores, de forma a gerar um elo de confiança”, diz Raquel Makibara, co-fundadora da CSA em Curitiba.
A organização não-governamental chegou ao Brasil no final de 2014, e hoje conta com mais de 60 iniciativas em sete estados. Em Curitiba, a CSA existe desde julho de 2015 e possui 4 pontos de coleta espalhados pela cidade. O mais antigo se localiza na Escola Waldorf Turmalina, no bairro Campo Comprido — lá, os produtos são distribuídos independentemente entre os membros da comunidade, que pagam R$ 188,20 mensais para buscar os alimentos semanalmente.
Toda segunda-feira são disponibilizadas duas cotas: duas listas com sete tipos de alimento diferentes que podem ser escolhidos a partir da quantidade dividida igualmente entre todos os membros. Os produtos são entregues na escola e vêm direto do agricultor. “A CSA trabalha como uma escultura social a partir dos princípios de transparência, responsabilidade e colaboração. O que os produtores e coprodutores fazem é um modo de agricultura livre, que realmente se transforma em uma obra de arte”, conta o fundador da CSA em Curitiba André Garcia.

Colaboração mútua
Um dos pilares do modelo de agricultura proposto pela CSA é o da colaboração mútua. A responsabilidade pela produção dos alimentos e pela preservação ambiental é compartilhada entre produtores e consumidores, transformando a vivência e as decisões sobre o cultivo da terra em um ensaio para o coletivo. Assim, a própria comunidade da CSA deixa de ser apenas um agente de consumo, tornando-se coprodutora (ou co-agricultora).
A especialista em direito socioambiental Flávia Sotto Maior sabe bem como é essa experiência. Ela participa da CSA há quase um ano e enfatiza a importância do senso de comunidade que o projeto traz — pretende, inclusive, implantar um posto de coleta no seu prédio, no bairro Cabral. “Tenho muitos vizinhos idosos que vão adorar a ideia de não precisar de tanta locomoção para garantir alimentos frescos e de qualidade. É assim que nós fazemos crescer o debate quanto à agroecologia aqui em Curitiba, principalmente em relação a uma questão tão relevante como o ciclo do alimento”, relata Flávia.

Dias de campo
A CSA também trouxe a proposta de realizar, uma vez por mês, uma visita às fazendas onde são produzidos os alimentos vendidos nos pontos de coleta. A ideia é fazer com que o coprodutor acompanhe a produção em uma filosofia de autogestão — participando do processo de cultivo e colheita, adultos e crianças conhecem de perto o dia a dia dos sítios e se sentem mais próximos do agricultor. O produtor Carlos Roberto Kmiecik, mais conhecido como Carlinhos, é dono do Sítio São Carlos, em Campo Magro e fornece para o ponto de coleta na Escola Turmalina. “É sempre uma experiência nova e muito legal. Também trabalho em feiras orgânicas em Curitiba, mas consigo tirar 40% da minha renda com a CSA”, diz Carlinhos.

O que fazer para participar?
Hoje, a CSA conta com quatro pontos de coleta em Curitiba: a Escola Turmalina, no bairro Campo Comprido; uma casinha no Jardim Ambiental, no Alto da XV; o Condomínio Giardino di Lucca, em Santa Felicidade; e a escola Cordão Dourado, no Pilarzinho. O mais recomendado é que os membros façam a coleta dos alimentos no ponto mais próximo de onde eles moram.
Para realizar o cadastro na CSA, conseguir maiores informações e consultar o preço e a quantidade de cotas desejadas, é só enviar um e-mail para o núcleo de Curitiba: curitibacsa@gmail.com

Fonte: https://medium.com/@jornalcomunicacao/comunidade-que-sustenta-a-agricultura-%C3%A9-caminho-alternativo-para-a-sustentabilidade-b5bf173cedab#.7jc5auccq

quarta-feira, 30 de março de 2016

Dia de Campo da CSA Verde Orgânico / Terra Viva

Olá, querida comunidade!

Neste primeiro sábado de Abril acontecerá o próximo Dia de Campo. Desta vez será no Sítio Verde Orgânico, dos agricultores Cristiane, sr. Leonardo e dona Celestina!

Ponto de Encontro

Posto Ipiranga "Monza", próximo à prefeitura de Campo Magro.
Endereço: Rodovia Gumercindo Boza (Estrada do Cerne) Nº 20823, Campo Magro.

Saída para o sítio PONTUALMENTE ÀS 14h00
Término 18h00

Mapa: https://goo.gl/maps/7URX662Cr8S2

Lembre-se de levar:
1) Lanche e Bebida;
2) Copos ou canecas;
3) Bota e chapéu;
4) Repelente e protetor solar.